segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

domingo, 29 de janeiro de 2012

Japão pesquisa efeitos da radiação na fauna e flora de FukushimaComente

Mulher segura placa onde uma criança pergunta "O que acontece depois, mamãe?", em protesto na sede da Tepco, em dezembroMulher segura placa onde uma criança pergunta "O que acontece depois, mamãe?", em protesto na sede da Tepco, em dezembro

O Japão começou uma investigação exaustiva para estabelecer os efeitos da radiação procedente da usina nuclear de Fukushima em animais e plantas das regiões mais afetadas pelo acidente atômico, informou neste domingo a emissora "NHK".
A própria província de Fukushima solicitou ao Governo central que realizasse o estudo e o Executivo decidiu que o Ministério do Meio Ambiente e o Instituto Nacional de Ciências Radiológicas pesquisarão o caso durante um ano aproximadamente e o apresentarão em março de 2013.
A análise registrará os níveis de césio radioativo na fauna e na flora em 25 pontos concretos da província de Fukushima, tanto em terra firme como no mar.
Entre esses 25 lugares se encontram as áreas mais afetadas pelas emissões da usina nuclear e também áreas prejudicadas em menor escala com o objetivo de comparar os possíveis efeitos.
As duas instituições já começaram a colher mostras vegetais, que vão desde um pinheiro japonês vermelho a gramas silvestres, e animais, como ratos, rãs ou mexilhões. A seleção das espécies que serão investigadas se baseou as recomendações da Comissão Internacional de Proteção Radiológica.
Os pesquisadores estudarão os efeitos que a radiação pode ter sobre a fisionomia, a atividade genética e as funções reprodutivas, incluindo a taxa de germinação das sementes.
O terremoto e o tsunami de 11 de março do ano passado devastaram o nordeste do país e causaram a pior crise nuclear dos últimos 25 anos na usina de Fukushima Daiichi, que obrigou a remover cerca de 80 mil habitantes e afetou gravemente a agricultura, a pecuária e a pesca locais

Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2012/01/29/japao-pesquisa-efeitos-da-radiacao-na-fauna-e-flora-de-fukushima.htm

sábado, 28 de janeiro de 2012

Após supermercados, feiras querem banir as sacolinhas

TONI SCIARRETTA


DE SÃO PAULO

Após os supermercados, agora as feiras livres também querem eliminar as sacolinhas plásticas em São Paulo. O assunto é discutido desde o ano passado pelos feirantes e conta com a simpatia da prefeitura paulistana.

Segundo José Torres Gonçalves, presidente do sindicato dos feirantes, a proposta é eliminar as sacolinhas e reduzir ao máximo o uso de sacos plásticos para carregar frutas, legumes e verduras.

Nas feiras, a maioria dos comerciantes utiliza sacolas de alça e sacos coloridos "de segunda", que já são feitos com plástico reciclado e que custam até 30% menos. Só os peixeiros utilizam sacos plásticos virgens.

"O feirante também não gosta da sacolinha. Como mudou no supermercado, não vai ser difícil fazer isso nas feiras. Vamos ajudar o ambiente e ainda economizar um bom dinheiro."

Torres acredita que as feiras terão condições de eliminar os plásticos em um prazo recorde de seis meses. Ele lembra que antes da disseminação das sacolinhas os fregueses utilizavam carrinhos, que hoje voltaram a circular.

Frequentadora da feira da rua Tucuna, em Perdizes (zona oeste), a dona de casa Ieda Silva, 61, usa sacola de lona para carregar frutas e verduras embaladas em sacos plásticos. "Sempre usei a sacola de lona, mas nunca pedi para tirar os produtos do saquinho. Do jeito que o feirante dá, coloco na sacola."

Já a dona de casa Maria Paula Ferreira, 48, carregava frutas e legumes soltos e misturados em um carrinho de lona. Ela coloca os alimentos mais pesados (melancia, laranjas etc.) no fundo e os frágeis (verduras) em cima.

"Já compro nessa ordem. Faz tempo que faço isso, não é por causa da campanha dos supermercados. Depois, é mais fácil para guardar as compras em casa. Só levo no saco folhas, como o alface."

Na feira da rua Mato Grosso, em Higienópolis (centro), vários fregueses utilizavam ontem as ecobags recém-compradas dos supermercados. "Uso carrinho, sacola retornável e saquinho", disse a aposentada Elizabeth Stipp.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1040626-apos-supermercados-feiras-querem-banir-as-sacolinhas.shtml

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

A maior erupção solar registrada desde 2005 começou a se fazer sentir na Terra, bombardeando o planeta com partículas magnéticas que podem perturbar as comunicações via satélite. A erupção, que ocorreu no último domingo (22) perto do centro do sol, projetará partículas de prótons para a Terra até a quarta-feira (25) e os moradores da Europa e Ásia também poderão aproveitar a noite de terça-feira (24) para admirar a aurora boreal, advertiu a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA).
"A própria erupção em si não tem nada de espetacular, mas ejetou ao espaço uma massa coronal (nuvem de plasma de intenso campo magnético) a uma velocidade fenomenal de 6,4 milhões de km/h", disse à AFP Doug Biesecker, físico do Centro de Previsão do Clima Espacial da NOAA.

A tempestade geomagnética provocada pelo Sol é a mais forte desde 2005, mas foi classificada como de categoria 3 em uma escala que vai até 5, afirmou. Por isto, é considerada "forte", mas não "grave".
 Segundo o site da NOAA na internet, um evento de categoria 3 pode causar alterações nos sistemas informáticos dos satélites, bem como nas comunicações por rádio nos pólos. A navegação aérea e as plataformas petrolíferas também podem ser afetadas nestas regiões.
Não esperamos um grande impacto com um evento deste tipo", disse Biesecker.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/album/1201_album.jhtm?abrefoto=67#fotoNav=67

domingo, 22 de janeiro de 2012

Deputado Reguffe

TENHO CERTEZA QUE SE FOSSE ESTUPRO NO BBB, OU A LUIZA QUE FOI PRO CANADÁ TODO MUNDO COMPARTILHARIA NÈ !!


VAMOS COMPARTILHAR O QUE REALMENTE IMPORTA!!!

já que a mídia não se pronuncia...

Milagre em Brasília...
O deputado federal José Antonio Reguffe (PDT-DF), que foi proporcionalmente o mais bem votado do país com 266.465 votos, com 18,95% dos votos válidos do DF, estreou na Câmara dos Deputados fazendo barulho. De uma tacada só, protocolou vários ofícios na Diretoria-Geral da Casa.
Abriu mão dos salários extras que os parlamentares recebem (14° e 15° salários), reduziu sua verba de gabinete e o número de assessores a que teria direito, de 25 para apenas 9. E tudo em caráter irrevogável, nem se ele quiser poderá voltar atrás. Além disso, reduziu em mais de 80% a cota interna do gabinete, o chamado “cotão”. Dos R$ 23.030 a que teria direito por mês, reduziu para apenas R$ 4.600.
Segundo os ofícios, abriu mão também de toda verba indenizatória, de toda cota de passagens aéreas e do auxílio-moradia, tudo também em caráter irrevogável. Sozinho, vai economizar aos cofres públicos mais de R$ 2,3 milhões (isso mesmo R$ 2.300,000) nos quatro anos de mandato. Se os outros 512 deputados seguissem o seu exemplo, a economia aos cofres públicos seria superior a R$ 1,2 bilhão.
“A tese que defendo e que pratico é a de que um mandato parlamentar pode ser de qualidade custando bem menos para o contribuinte do que custa hoje. Esses gastos excessivos são um desrespeito ao contribuinte. Estou fazendo a minha parte e honrando o compromisso que assumi com meus eleitores”, afirmou Reguffe em discurso no plenário.

Quantos outros muitos "parasitas" poderiam seguir este exemplo????

COMPARTILHE, pois a dignidade deste Sr. José Antonio Reguffe é respeitável e uma atitude raríssima no nosso meio político!
Para quem tem duvidas se é verdade, abaixo tem o link de uma reportagem, tem um video da prestação de contas dele de 12/2012, e tem ainda o google, não custa pesquisar, abraços..
Mais informações na ISTO É:

http://www.istoe.com.br/assuntos/entrevista/detalhe/104706_UM+HOMEM+FICHA+LIMPA

Video prestação de contas: http://www.youtube.com/watch?v=HDGinCmvpI&context=C317c30dADOEgsToPDskLwM0m0ddfYTpP3b4uweNJw
 

Fim da sacolinha plástica desafia consumidor em SP


TONI SCIARRETTA
DE SÃO PAULO

Fazer as compras no supermercado envolverá uma logística mais complexa a partir de quarta-feira, quando as sacolinhas plásticas deixarão de ser distribuídas gratuitamente em São Paulo.
Quem não quiser sair do estabelecimento com as coisas na mão terá de se "lembrar" de levar a sua própria ecobag ou carrinho de feira.
Existem tamanhos, modelos e materiais --papel, pano, lona, juta, plástico, plástico etc.-- para todos os gostos, bolsos e exigências de uso.
Na melhor das hipóteses, o consumidor vai ganhar do supermercado uma caixa de papelão usada (há risco de contaminação) ou, novidade, terá de comprar uma sacolinha biodegradável por R$ 0,19 --alvo das mais ferozes críticas e resistências, respondidas pelos supermercado por um simples "não compre e leve sua ecobag".
Os críticos dizem que essa sacola não resolve o problema porque não há compostagem, capaz de degradar lixo orgânico, no país.
Mas a sacola compostável é a que melhor se adequa à realidade de lixões e de aterros sanitários, onde elas se degradam em dois anos.
Sem coleta seletiva, o plástico vai para o mesmo lugar e demora mais de cem anos para se decompor.

LOGÍSTICA
A logística das compras exigirá também pensar como confinar em um mesmo espaço produtos secos, molhados, comestíveis e perecíveis com artigos de limpeza, inseticidas e líquidos químicos --outra das reclamações.
Quem usava a sacolinha para o lixo ou para coletar cocô de cachorro terá de comprá-la --outra reclamação.
E isso é só o começo da longa saga de responsabilidades, sacrifícios e custos financeiros que virão. Depois vem a coleta seletiva --a meta do país (não é só do poder público) é universalizá-la em 2014.
A mudança é fruto de um acordo dos supermercadistas; não tem força de lei, participa quem quer. Se algum furar não acontece nada, é um acordo.
Por que os supermerdados? Porque eles despejam 90% dessas embalagens no país, daí a iniciativa setorial de "cuidar" desse assunto.
Será assim com todas as cadeias produtivas. O novo marco regulatório dos resíduos sólidos prevê que cada uma defina como retirar de circulação resíduos que produzirem --como os mercados farão com as sacolinhas.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1037817-fim-da-sacolinha-plastica-desafia-consumidor-em-sp.shtml

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Amazônia está emitindo cada vez mais gás-estufa

RAFAEL GARCIA
DE WASHINGTON
A Amazônia é importante para absorver gás carbônico e ajudar a combater o aquecimento global? O estudo mais recente sobre essa questão, que atormenta cientistas há décadas, aponta que ainda há dúvidas sobre se a região é mesmo um "sorvedouro" de carbono. Mas o trabalho conclui que o desmatamento e o aquecimento global estão gradualmente levando a região a se tornar mais uma fonte dos gases de efeito estufa do que um ralo para absorvê-los.
"Não sabemos de onde partimos, mas sabemos para onde estamos indo", disse à Folha Eric Davidson, cientista do Centro de Pesquisas de Woods Hole (EUA), que coordenou o trabalho.
"A mudança talvez seja de um sorvedouro de carbono forte para um sorvedouro fraco ou de uma fonte pequena de carbono para uma um pouco maior, talvez até cruzando essa barreira. Ainda não temos como estimar o fluxo líquido de carbono para toda a bacia Amazônica."
O estudo liderado por Davidson, publicado da edição da revista "Nature" nesta quinta-feira, foi um balanço dos quase 20 anos de pesquisas do LBA (Experimento de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia), o maior projeto de pesquisa em ecologia e geociências da região.
Mesmo sem uma resposta detalhada sobre essa questão estratégica, cientistas comemoram o fato de que os dados da iniciativa têm ajudado nas políticas de preservação da floresta.
"O LBA mostrou que em um período de forte estresse climático, como as secas de 2005 e 2010, a floresta se torna uma pequena fonte de carbono", diz Paulo Artaxo, geofísico da USP, também autor do estudo.
"Isso é importante porque a Amazônia tem em sua biomassa um reservatório de carbono equivalente a quase dez anos da queima mundial de combustíveis fósseis. Qualquer alteração nesse regime é significativa do ponto de vista da mudança climática."
Uma das conclusões que o LBA permitiu tirar é que, apesar de a Amazônia ser robusta o suficiente para suportar fatores individuais de estresse --secas, desmatamento e queimadas, entre outros--, a floresta pode não suportar todos ao mesmo tempo.
"Há sinais de uma transição para um regime dominado por perturbações", dizem Artaxo, Davidson e outros autores do trabalho.
MONITORAMENTO
Segundo o pesquisador brasileiro, um dos problemas em responder a questões complexas sobre o comportamento da floresta diante da mudança climática é que, apesar de ser o maior projeto de pesquisa na região, o LBA não é grande o suficiente.
"Temos 13 torres de fluxo [instrumentos para estudos atmosféricos] hoje em 5,5 milhões de km2. Seria um engano achar que 13 pontos de medida seriam capazes de representar uma área continental do tamanho da Amazônia", diz Artaxo.
"O país precisa ampliar esse sistema para monitorar não só a Amazônia, mas também outros biomas, como o cerrado e o Pantanal."

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/1036501-amazonia-esta-emitindo-cada-vez-mais-gas-estufa.shtml

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Módulo brasileiro Criosfera 1 é inaugurado na Antártica

Da Agência Fapesp
Cientistas inauguraram o primeiro módulo brasileiro no interior da Antártica, o Criosfera 1, durante cerimônia realizada em 12 de janeiro no acampamento avançado, localizado a 84°S. Após quase um mês no continente gelado, enfrentando sensações térmicas de até 42°C negativos, o grupo concluiu o trabalho de instalação de todos os equipamentos internos e externos do módulo.
As primeiras transmissões de dados meteorológicos, em fase de teste, foram enviadas via satélite no início de janeiro para o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
De acordo com o Inpe, este é o primeiro módulo científico brasileiro no interior do continente antártico – o país possui apenas uma base na região da península. Toda a infraestrutura do Criosfera 1 foi desenvolvida, integrada e testada no instituto.
O módulo tem uma estrutura de 6,30 m de comprimento, 2,60 m de largura e 2,5 m de altura, resultando em um peso total de 3,5 mil quilos. A instalação fica a 1,5 m do solo para evitar o acúmulo de neve ao redor e permitir a passagem do vento.
Com o envio diário por satélite dos dados meteorológicos coletados, a intenção é obter análise sobre os reflexos dos poluentes gerados na América do Sul e outras partes do mundo no continente antártico.
O grupo é composto por dez cientistas que estão na região junto ao módulo (84°S, 79°29'39"W) e mais sete que ficaram realizando trabalhos no chamado acampamento base, localizado na região da Geleira Union (79°46'S, 82°50'W).
Participam do projeto pesquisadores e técnicos do Inpe e das universidades Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).
Entre as principais atividades científicas estão: a perfuração das camadas de gelo sobre o continente antártico do acampamento avançado, a fim de obter os testemunhos que revelam a história da composição atmosférica do planeta (cilindros de gelo com cerca de 7 cm de diâmetro e 80 cm de comprimento), a montagem e ativação do módulo Criosfera 1, que ficará funcionando de forma autônoma e enviando dados meteorológicos durante todo o ano, e o levantamento da morfologia e dinâmica das massas de gelo da Geleira Union e como elas respondem às variações ambientais.
Pelas condições meteorológicas e agenda de trabalho, os cientistas adiaram seu retorno do acampamento avançado, que deve ocorrer entre 19 e 22 de janeiro. A previsão é chegar a Punta Arenas, no Chile, no dia 24 do mesmo mês.
Um marco para o Programa Antártico Brasileiro, de acordo com o Inpe, o Criosfera 1 será o primeiro do tipo instalado no interior antártico a funcionar 24 horas por dia, sem a necessidade de acompanhamento humano em suas operações. O módulo possui painéis solares e geradores eólicos em vez de utilizar combustível fóssil para seu funcionamento.
Os resultados obtidos no módulo autônomo irão se somar às pesquisas realizadas na Estação Antártica Brasileira de Comandante Ferraz, localizada na latitude 62° S, na borda do continente.
Ao lado de outras instituições brasileiras, o Inpe realiza pesquisas na região há mais de 25 anos. Seus estudos na Antártica enfocam a dinâmica da atmosfera, a camada de ozônio, meteorologia, gases do efeito estufa, a radiação ultravioleta, o transporte de poluição, oceanografia e interação oceano-atmosfera.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2012/01/16/modulo-brasileiro-criosfera-1-e-inaugurado-na-antartica.jhtm

domingo, 15 de janeiro de 2012

Constelações

Novas datas

http://www.brasilescola.com/fisica/constelacoes-zodiacais.htm

O zodiaco nasceu a cerca de 10.000 anos antes de Cristo, quando por nessecidade de se saber as melhores epocas para o plantio, o homem começou a marcar o tempo pelas estrelas
As constelaçoes comecaram a surgir, mas o Sol passava na frente de apenas 12, das atuais 88. Essas foram chamadas de zodiaco pelo fato de quase todas terem o nome de animais.
Porem a cada ano o instante que o Sol cruza o equador celeste (momento em que ele atravessa o equador em direçao ao hemisferio norte, vindo do hemisferio sul. E equador nao e o pais e sim a linha toperas) varia de 20 minutos, e considerando 2 mil anos ate hoje da mais ou menos um mes, o que interfere na constelaçao coberta pelo sol na epoca.
Por exemplo, porque Aries é a primeira casa zodiacal? Pois na epoca o ano começava na primaveira (outono para nos) e Aries era a constelaçao coberta pelo Sol na epoca da primavera. Ja hoje no mesmo dia que a milhares de anos atras a constelaçao coberta pelo Sol é peixes. E a partir de uma data incerta o SOl começou a passar por uma outra constelaçao: Ofiúco (entre escorpiao e sagitario)
Isso porque a Terra nao eh reta e sim inclinada em comparaçao ao Sol.
Veja agora o que seria seu "verdadeiro" signo (visao dos cientistas, o que nao altera em nada a astrologia):

Aríes
19 de abril a 13 de maio

Touro
14 de maio a 19 junho

Gemeos
20 junho a 20 julho

Cancer
21 de julho a 9 de agosto

Leao
10 de agosto a 15 de setembro

Virgem
16 de setembro a 30 de outubro

Libra
31 de outubro a 22 novembro

Escorpiao
23 de novembro a 29 de novembro

Ofiúco
30 de novembro a 17 de dezembro

Sagitario
18 de dezembro a 18 de janeiro

Capricornio
19 de janeiro a 15 de fevereiro

Áquario
16 de fevereiro a 11 de março

Peixes
12 de março a 18 de Abril

A chances de seu signo "real" ser outro sao de:

84% que mude um mes (mude para o signo anterior, Ex: Aquario - Capricornio)
2% que mude 2 meses ( Ex: Aquario - Sagitario)
16% que continue o mesmo

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Contra aquecimento, Nasa propõe meios para 'esfriar' a Terra

Contra aquecimento, Nasa propõe meios para 'esfriar' a Terra


RAFAEL GARCIA
DE WASHINGTON

Uma ação abrangente para combater a emissão do gás metano e a poluição por fuligem reduziria o aquecimento global de 2,2ºC para 1,7ºC em 2050, indica um novo estudo liderado pela Nasa (agência espacial americana).
Quase todas as medidas necessárias para isso, dizem os cientistas, teriam seus custos compensados ao evitar gastos em saúde pública e na agricultura.
Segundo o trabalho, publicado na revista "Science", se o planeta adotar 14 medidas contra essas substâncias (leia mais abaixo), combateria a mudança climática, evitaria mortes por doenças respiratórias e aumentaria a produtividade agrícola.
O documento inclui propostas que vão desde a substituição de fornos a carvão --grande fonte de poluição em países pobres-- até o controle do vazamento de metano em poços de petróleo.
Combater a emissão desse gás, que também é subproduto da agropecuária, ajudaria os próprios produtores rurais, porque o metano estimula o surgimento de ozônio em baixas altitudes, prejudicando a respiração das plantas.
A produção mundial de alimentos teria um incremento de 30 milhões a 130 milhões de toneladas se o ozônio derivado da poluição fosse reduzido indiretamente por meio do combate ao metano.
"As colheitas seriam o fator do qual países como o Brasil mais se beneficiariam", disse à Folha Drew Shindell, do Instituto Goddard, da Nasa, que liderou o trabalho.
"Em países como China e Índia, o principal benefício seria na saúde pública, porque o problema de poluição por fuligem é muito maior lá."

DIPLOMACIA
Segundo Shindell, como a maior parte dos países que tendem a se beneficiar são também grandes emissores de fuligem e metano, uma política eficaz não iria requerer um acordo internacional como aquele que o planeta está buscando contra o CO2 (dióxido de carbono), principal vilão do aquecimento global.
"No caso do combate a essas outras substâncias, temos mais chance de progresso se ele for implementado por ações locais", diz o cientista.
"Iniciativas globais, porém, podem estimular ações locais, como o financiamento de bancos de desenvolvimento para alguns projetos."
Mesmo não tendo potencial de aquecimento no longo prazo, a fuligem contribui para a mudança climática, sobretudo quando se acumula sobre a neve e o gelo em regiões frias. De cor escura, ela atrapalha a capacidade da água congelada de refletir radiação para fora da Terra.
Já o metano é o gás-estufa mais forte, apesar de não ser o mais abundante.
O combate a esses dois poluentes, porém, não serviria como compensação para o atraso do planeta em reduzir as emissões de carbono.
"Se adiarmos mais o acordo do clima, mesmo acabando com todo o metano e a fuligem, veríamos um enorme aumento no aquecimento, causado só pelo CO2, na segunda metade do século."

CONTRA O METANO

1. Estender técnicas que evitam o vazamento de gás em minas de carvão
2. Eliminar as perdas e queimar o gás que hoje escapa de poços de petróleo
3. Reduzir vazamentos em gasodutos
4. Separar o lixo biodegradável para reciclagem, compostagem e uso da biomassa
5. Aprimorar o tratamento de esgoto para capturar o metano que escapa das estações
6. Controlar emissões da pecuária usando um tratamento especial para o esterco
7. Arejar as plantações de arroz para reduzir as emissões em plataformas alagadas

CONTRA A FULIGEM
1. Substituir a frota de veículos muito antigos que emitem poluição demais
2. Instalar filtros especiais nos veículos a diesel
3. Banir a queima de resíduos de agricultura ao ar livre
4. Substituir fornos a lenha por fornos a gás ou combustíveis de queima limpa
5. Levar aos países pobres a tecnologia de fornos por queima de biogás
6. Substituir tijolos de barro por vigas verticais ou por tijolos de fornos mais eficientes
7. Substituir fornos a queima de coque (subproduto do carvão) por fornos mais eficientes

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/1033909-contra-aquecimento-nasa-propoe-meios-para-esfriar-a-terra.shtml

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

domingo, 8 de janeiro de 2012